quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Sete Setembro 2015

Infelizmente, Ana, eu e 'Belinha', THE JEEP, não estaremos no Sete de Setembro em Brasília.
A logística para movimentação do veículo até São Paulo e os compromissos de ordem profissional, colaboraram para que declinássemos do convite.
Ademais, desde 2010 fazemos a abertura do desfile cívico em Jaboticabal (SP) sendo que, a partir de 2011, com nossos nonagenários amigos 'pracinhas' da FEB, oriundos de Araraquara.
Tornou-se tradição, que se reforçou com o passar dos anos, trazendo para nosso convívio, além dos veteranos da Segunda Guerra, outros amigos 
interessados nessa fase da História Moderna e Contemporânea.

Ana e eu sabemos que nossos amigos antigomobilistas (temáticos, diga-se de passagem) darão conta do recado e apresentarão um belo espetáculo para celebrar os setenta anos do fim do Grande Sofrimento, no Eixo Monumental em Brasília (DF).
Fazemos dos representantes paulistas, nossos procuradores, inclusive para a hora do brinde em honra aos 25.334 brasileiros que cruzaram o Atlântico em 1944.
Parabenizamos a ABPVM (mormente na pessoa de seu Presidente Marcos Renault), o GH-FEB e todos os envolvidos na organização.
Para honrar a história da Força Expedicionária Brasileira, faremos o melhor possível para repetir o sucesso de anos anteriores aqui, na "Athenas Paulista".
Separados, estaremos todos reunidos, pensando e demonstrando que a Cobra continua Fumando...

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O Imparcial e Marino

Eis aqui a publicação do Jornal "O Imparcial", de Araraquara. Um artigo de minha lavra em colaboração com a jornalista Célia Pires.
Bom proveito a todos.
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terça-feira, 10 de março de 2015

Santos! Bye Bye Jeep

Há algo interessante no ar...
É a prática do desapego, seja lá quem for você, aí do outro lado, a ler este post.
Cada um de nós, a nossa maneira, está "colado" a seu Jeep ou Dodge. Adesivado mesmo! E vamos empurrando, sem perceber, o sofrimento para o último minuto...
Se você despachou seu Jeep antes de nós, deve ter algo para contar. Ele não está mais na sua garagem. Como é isso? O que se passa?
Desapego. Santos está chegando, e 25 dias depois, o porto de Livorno...
Se eu passar por isto incólume, terei aprendido tanto. Terei vivido tanto. Terei amado tanto. Terei pensado tanto e valorizado tanto, e reconhecido tanto, especialmente a mulher que me escolheu - pode alguém sofrer mais do que ela com um louco como eu? Tanto, tanto, tanto...
Se passar por tudo isto, serei mais disciplinado, e mais desobediente também, porque não? Apreciarei meus vinhos com mais calma e olharei para o Jeep setentão como olho a mim mesmo, já quase cinqüentão (com trema).
E lá se vai o Jeep de Vitor&Ana... Vinte e cinco dias ao mar, 15 dias em solo italiano, e mais 25 dias de águas salgadas no retorno ao Brasil.
O que é isso? E o que dirá Marino, 95 anos, voando conosco para Montese (ITA), quando subir em nosso Jeep para visitar Monte Castello? E quando chegarmos às encostas onde ele foi ferido por granadas nazistas e se viu obrigado a limpar o sangue de seu amigo morto da peça de morteiro e prosseguir?
Porque será que nós, como ele (mas sob outras circunstâncias), seguimos em frente?
Um Jeep Jaboticabalense (e outros 25!) nos campos de batalha da Força Expedicionária Brasileira...
Saudades de Rui (Senta a Pua, Rui!), beijos em Julinha (sua esposa). Adeus Stéfani (teus filhos vão conosco!),  Martins, olha p'ra nóis aí de cima (taí Carmo, vais perder...), Goulart e Meira, e seus P-47.
Nós temos o exemplo. Cada um de nós que faça bom proveito.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Thanks Italy!


FEVEREIRO 2015

Grato pelo carinho, amigos e amigas da “Colonna della Libertá”, irmãos e irmãs da Itália.



Grazie per il carino, fratelli e sorelli della “Colonna della Libertá”, grazie a tutti gli italiani amici.

Grazie Tracce di Storia, Gotica Toscana, 34 Red Bull e tutti gli altri!!

Traduzione libera per Portoghese.

Introdução/introduzione – Colonna 2015

[ITALIANO]
Questa edizione che celebrerà il 70° anniversario della Liberazione nel centro nord, sarà una edizione speciale sia per le città, sempre nuove che attraverseremo, sia per la presenza della “Colonna della Vittoria” ovvero la presenza di 30 veicoli e oltre 100 brasiliani provenienti dal sud america, per celebrare il loro contingente che fu protagonista della nostra Liberazione; un gruppo, quello brasiliano, che ha sempre stimato ed è sempre stato un grande sostenitore della Colonna della Libertà e dei valori ad essa collegati.
Un evento sempre unico, ricco di emozioni e di persone alle quali siamo affezionati, oramai compagni di avventure in questo nostro cammino; un evento sempre denso di vere rarità storiche e di competenze sempre migliori in termini di restauro e conservazione. E' giunto il momento di mettere in moto....

[PORTUGUÊS]
Esta edição (da Colonna) que celebrará o 70º aniversário da Libertação do Centro/Norte italiano será especial, seja pelas cidades do trajeto, sempre novas, seja pela presença da "Coluna Brasileira da Vitória", com 30 veículos e mais de cem brasileiros que virão da América do Sul para homenagear o seu contingente que foi protagonista da nossa Libertação; um grupo, esse do do Brasil, que sempre respeitou e sempre foi grande defensor da “Colonna della Libertá” e dos valores a ela relacionados.

Um evento sempre único, cheio de emoções e de pessoas a quem somos próximos, agora companheiros de aventuras neste nosso caminho; um evento sempre cheio de verdadeiras raridades históricas, cada vez melhores em termos de restauração e conservação. É tempo de se colocar em movimento...

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Monte Castelo 70 Anos

21 de Fevereiro de 2015. Setenta anos, setenta anos. Só fui nascer 21 anos após a grande batalha pela tomada de Monte Castelo, na região da Emília-Romagna italiana. Era 1945 e a Segunda Guerra Mundial estava se aproximando do final.
Monte Castelo ao fundo.
E eis aqui a reflexão momentânea nas entrelinhas da competição radioamadorística ARRL CW (Telegrafia) Contest, após café e o jornal, enquanto Belo Horizonte e outras cidades preparam homenagens aos ‘pracinhas’ pela conquista de Monte Castelo (Norte da Itália), exatos 70 anos atrás. Sim, os ‘pracinhas’, homens da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, história que tão pouca gente conhece hoje em dia. E nem eram só homens (lembrem as enfermeiras) e muito menos apenas soldados (recordando pilotos do Senta a Pua e Olho Neles, além dos marinheiros).
Estou frente aos rádios (e lá se vão 34 anos), café tomado, girando o ‘dial’ entre ruídos de estática, pontuando uma estação aqui e outra acolá. O Radioamadorismo é uma das portas para o mundo. É preciso uma parada, já que a campainha tocou e o carteiro chamou - correspondência!. O pacote, desfeito, mostra o livro de Durval Lourenço Pereira, “Operação Brasil - O ataque alemão que mudou o curso da Segunda Guerra Mundial”, enviado pelo amigo Marco C Spinosa (justamente hoje agraciado com a Medalha Mascarenhas de Moraes), e com dedicatória do autor.

Do Carnaval, e a passagem por Sorocaba, nova conexão com o passado e o interesse pelo que se passou com os Brasileiros durante o maior conflito bélico do Século XX. E de repente, o mundo se apequena uma vez mais.
Visitados os parentes, e aproximando-se a hora do retorno para o lar jaboticabalense na quarta-feira de Cinzas, resolvemos visitar Milton Marinho Martins, que conta 93 anos de idade, mas não foi para a Guerra, embora tenha sido preparado para isso pelo Tiro de Guerra em Sorocaba (minha cidade natal).
Milton foi Professor e membro de algumas instituições culturais (inclusive o Gabinete de Leitura Sorocabano, outrora parada diária de meu avô materno), autor do livro “Sorocaba e a Segunda Grande Guerra”.
Em meia hora, descobrimos que parece não haver, a esta altura, nenhum ‘pracinha’ sorocabano vivo - pudera! - já que os mais novos estariam certamente na casa de seus 90 anos de idade. Isto é surpreendente, especialmente se feita a comparação com Jaboticabal, que mandou seis homens para a Guerra e até dois anos atrás ainda contava com pelo menos um sobrevivente.
Da conversa que envolveu os temas históricos pertinentes, vieram outras surpresas a comprovar que “o mundo é tão pequeno”. Ao perguntar meu nome todo, Milton se lembrou de duas passagens envolvendo ancestrais.
Ciente de que meu avô era atuante presbiteriano, curioso e sempre interessado em mais saber, citou que Amin Aidar ia com certa freqüência até a Catedral para ouvir um padre católico famoso pela oratória, de nome Francisco Sancro (ou algo assim). Todavia, não entrava, e acompanhava os sermões das escadarias.
Milton também afirmou ter ouvido de terceiros que meu tio-bisavô materno (acredita minha mãe) era conhecido como Nhonhô Picapau por um motivo peculiar. Para os fogôes a lenha, era preciso ter sempre a madeira cortada em pedaços pequenos, o que dispendia certa mão-de-obra e tempo. Quando procurado em sua casa, a resposta de quem atendia a porta era geralmente algo como “... está a picar pau” ou “... está picando pau”. Pronto, está feita a história.
Subindo para Monte 
E é para a história que voltamos, ao deixar a casa de Milton Marinho Martins. Em algumas placas pela cidade, encontramos os dizeres “Parada de Tropeiros”, e foi assim que Sorocaba começou, 361 anos atrás.
Depois de algumas horas de viagem, deixando pelo caminho Salto, Itu, Indaiatuba, Campinas, Cordeirópolis, Rio Claro, São Carlos, Ibaté, chegamos em Araraquara para o primeiro encontro com o veterano José Marino neste ano. Surpreso e muito feliz, foi logo nos saudando como “comandantes”, já nos colocando para dentro de casa.
Levávamos na bagagem outro fruto da viagem sorocabana. Usamos os serviços da Copiadora Abreu (especializada em arquitetura e engenharia) para escanear e imprimir em tamanho natural, mapa do entorno de Montese, nos Apeninos Modaneses, Norte da Itália. O detalhe é que o tal mapa é original, editado pelas Forças Armadas Americanas em 1944 para uso dos aliados em combate. Com uma cópia, conversamos um pouco mais com o ‘pracinha’ Marino sobre seu trabalho como operador de morteiro, nas frentes de Monte Castelo e Montese.
Em abril próximo, José Marino estará conosco nos mesmos locais que conheceu, sob outras circunstâncias (bem piores!), em 1945. Ele tem memória privilegiada e condição física invejável para alguém que completará 95 anos no Dia Internacional da Mulher - 08 de março. Será a primeira vez que sai do país após a Segunda Guerra Mundial.
Tudo é parte de um evento especial e único, rendendo homenagem apoteótica aos 25.334 homens e mulheres do Brasil que lutaram contra o nazi-fascismo durante a guerra entre 1944 e 1945. Além de alguns veteranos, todos na casa de seus noventa anos, haverá a participação de quase trinta Jeeps e Dodges produzidos entre 1941 e 1945, e que serão transportados do Brasil para a Itália por via marítima patrocinada, visando um roteiro que contemplará, entre os dias 21 e 28 de abril de 2015, parte das cidades que viram os ‘pracinhas’ lutar, então num dos piores invernos europeus em 40 anos (v.g. Camaiore, Massarosa, Bombiana, Monte Castelo, Montese).
Eles merecem, e nosso Jeep Willys MB 1942 estará lá.
Definitivamente, não é possível explicar racionalmente porque tanto interesse nesse período da História do Brasil e Mundial. Mas está aí, aconteceu, as teorias são as mais variadas. Difícil é fazer com que as pessoas entendam a distinção entre a valorização do conceito histórico de verdadeiros heróis, e o envolvimento político a eles relacionado. A tendência é sempre a de misturar os canais, o que acaba prejudicando o resgate dos fatos, soterrados sob as ideologias políticas de quaisquer vertentes.
Ana e eu não desistimos e cremos que a História da Força Expedicionária Brasileira pode e deve ser divulgada, especialmente como forma de homenagear um dos poucos heróis tipicamente brasileiros - o “Pracinha”.
E assim voltamos a 21 de fevereiro de 1945. Era a quarta investida em três meses contra Monte Castelo. A narrativa não precisa se estender, pois há vários artigos e livros disponíveis sobre o assunto, inclusive na “internet”. A intenção aqui, inclusive, não é a de esgotar o tema, mas apenas chamar a atenção para a celebração dos setenta anos da conquista, lembrando que em algum lugar do passado, tivemos “heróis” em ação, como José Marino, que alguns meses depois, foi ferido por estilhaços de granadas nazistas na luta pela cidade de Montese.
Monte Castelo caiu, não sem levar a morte dezenas de brasileiros. E setenta anos se passaram.
Ana e eu tivemos condições de visitar vários locais percorridos pelos “pracinhas” na Itália, a partir de 2010. Nada pode ser mais sublime do que o carinho dedicado pelos italianos aos soldados brasileiros e nada se compara com a alegria deles ao dizerem que “foram libertados por brasileiros”, como se fosse (e foi!) a coisa mais improvável do mundo.
Numa das viagens, estacionamos o carro próximo a Monte Castelo, e iniciamos a caminhada da base ao topo pelo meio do mato, que não é “fechado” como aqui. Bem calçados, sob temperatura amena, e levando nada em peso além da máquina fotográfica, gastamos duas horas para todo o percurso e chegamos cansados. Foi muito fácil imaginar o que esse caminho representou para homens que nunca tinham visto a neve e que enfrentaram o trajeto até o topo sob o fogo cruzado das “Lurdinhas”, carregando dezenas de quilos em uniforme e equipamentos. Muitos deles não foram poupados e se transformaram, como atestam os sobreviventes, nos verdadeiros heróis.
Zocca (ITA)
Este texto expressa nosso reconhecimento aos esforços dos heróis que não voltaram, mas também dos que resistiram a guerra e ao tempo para contar a história como ela foi vista por seus olhos. Não é só Marino, ainda firme em seus 95 anos de vida - são tantos outros que freqüentaram nossa vida e que colaboraram para nosso crescimento como pessoas, gente inesquecível como o Ten-Brig. Rui Barbosa Moreira Lima e sua esposa Julinha, Meirinha, Goulart, Stéfani, Lansillote, Motta, Pires, Zito, Vinícius, Osias, Varela, Areinha, Cruchaki, Buyers, Lincoln, Anselmo, Carlota, Pedro Paz, Inhan, Ruy, Taitson, Medrado, João Garcia, Cláudio... A lista não tem fim!
Ana e eu somos gratos pela opção que fizemos e estamos felizes por sermos reconhecidos, entre os veteranos e seus descendentes, pela defesa de sua valorização como ícones da historiografia contemporânea do Brasil.
Aos 21 de fevereiro de 2015, registramos nosso agradecimento a você, PRACINHA, herói do Brasil.

Setenta Anos da Batalha de Monte Castelo - Força Expedicionária Brasileira.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Uniformes Femininos WW2 (Allied)

Auxiliei Ana na elaboração do artigo em Português, mas 90% da arte é dela. Transpiração foi comigo...

O texto está distribuído em dez páginas e remete a vários outros links e fotografias pessoais. Estas, elaboradas em nossa casa, estão posicionadas em um álbum no "Google".

Esperamos que possa servir aos amigos e amigas que pretendem seguir à Itália, para as homenagens dos 70 anos das principais vitórias brasileiras na Segunda Guerra Mundial, aproximadamente entre 20 e 29 de abril de 2015.

Ao apreço de todos...

https://pt.scribd.com/doc/253028629/WW2-e-Mulheres-Uniformes#fullscreen=1

WW2 e Mulheres (Uniformes) by Vitor Luis Aidar dos Santos

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Interpretação de Jeeps !

Amigos e Amigas
Ao receber algumas mensagens de participantes BRASILEIROS da Coluna da Vitória a se realizar em Abril, informando a tripulação de cada viatura com seu respectivo motorista, percebi haver algo errado.
Respondi a dois compadres antes mesmo de compreender melhor o que se passava e ao ter acesso a internet em casa, consultei o Regulamento (que normatiza a participação) e o Comunicado n. 2, ambos preparados pela Comissão Organizadora do evento, da qual NÃO faço parte.
E de fato, o Regulamento apresenta um tópico específico e claro sobre a tripulação em cada Jeep, sendo cuidadoso o suficiente para usar o termo “prioridade”, antes de elencar os possíveis embarcados em cada veículo histórico.
Mas, afinal, porque estava eu recebendo e-mails com a lista de tripulantes de viaturas brasileiras?
É que a Comissão Organizadora, tratando também de tripulações, dirigiu-se de maneira específica aos estrangeiros no Comunicado n. 2, declarando:
“Aos participantes de outras nações não são feitas quaisquer exigências, senão o uso de veículos históricos do período 1940-1945 e a respectiva indumentária, respeitando-se a norma a seguir. Pede-se enviar identificação dos veículos e respectivos tripulantes para os ‘e-mails’ py2ny(at)yahoo(dot)com e marcos(at)polarisseguros(dot)com“.
Estou agindo apenas como intérprete do que a Comissão Organizadora lançou a guisa de Regulamento e Comunicado, e observo que houve até mesmo o cuidado de separar de maneira clara no tal Comunicado n. 2, o que era destinado aos brasileiros e o que se destinava aos amigos do exterior.
Vale a pena retomar, para fechar esta informação combinada com o pedido de escusas, o que consta do Regulamento em relação aos ocupantes de cada veículo e os objetivos da Associação Brasileira de Preservação de Veículos Militares:
“Miscelânea - Lotação dos veículos - Cada viatura será ocupada por, no máximo, seu motorista e mais três pessoas. A prioridade de ocupação das viaturas será: 1º) Motorista; 2º) Veteranos; 3º) Autoridades; 4º) Grupo Histórico FEB”.

Registro ao final, os links para acessar os textos na íntegra:
Comunicado n. 2
Regulamento Geral

Desculpas devidas e ora apresentadas, peço que as dúvidas sejam encaminhadas ao Presidente da Comissão Organizadora, Marcos Renault, ressaltando que até o presente momento, fui incumbido apenas de auxiliar na “ligação” com colegas estrangeiros que pensam em participar com algumas viaturas na Coluna da Vitoria, prestigiando essa verdadeira Epopéia que está se desenhando para os antigomobilistas “militares” do Brasil.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

PP5ASN under fire, Dresden 1945

So sorry, but this article is in Portuguese, only.


Com autorização de nossa querida Oma Alda, radioamadora PP5ASN, eis a transcrição de sua palestra abordando a Enfermagem e a Segunda Guerra, inclusive o bombardeio em Dresden, que ela vivenciou.
Ana e eu preparamos uma pequena introdução.

Pelo que Vovó Alda representa para o radioamadorismo brasileiro e pelo maneira com que aborda o maior evento bélico do século XX, vale a leitura, seja lá qual for a sua área de interesse.

Alda, uma enfermeira em Dresden by Vitor Luis Aidar dos Santos

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Brazilian Jeeps/Dodges in Italy 2015

Deve ser divulgado em breve, o roteiro para a Coluna Brasileira da Vitória, Norte da Itália 20 a 28 de Abril de 2015 (sujeito a alterações).
20/30 Jeeps/Dodges brasileiros transportados para os campos de batalha da FEB na Itália, com presença de Veteranos da FEB. Passagem quase certa por Pistoia e Montese.
(Não faço parte da Organização)

Should be released soon, the script for the Brazilian Victory Convoy, Northern Italy 20 to 28 April 2015 (subject to change).
20/30 Brazilian Jeeps/Dodges transported to the Brazilian Expeditionary Force battlefields in Italy, with the presence of FEB/BEF Veterans. Passing almost certain by Pistoia and Montese.
(I'm not member of the Organization).

Dovrebbe essere rilasciato presto, lo script per la Colonna della Vittoria Brasiliana, Nord'Italia 20 a 28 aprile 2015 (soggetto a variazioni).
20/30 Jeep/Dodge brasiliani trasportati dal Brasile ai campi di battaglia della FEB (Forsa di Spedizione Brasiliana) in Italia, con la presenza di veterani della FEB. Passando quasi certa da Pistoia e Montese.
(Io non sono parte dell'Organizzazione).

Devrait être libérés prochainement, le script pour la Colonne de la Victoire Brésiliene, Nord du Italie 20 a 28 Avril 2015 (sujet à changement).
20/30 Jeeps/Dodge brésiliens transportés du Brésil vers les champs de bataille du Force expéditionnaire Brésilienne. en Italie, avec la présence d'anciens combattants du FEB. Passant presque certain par Pistoia et Montese.
(Je ne suis pas partie de l'Organisation).